24 de julho de 2018


Postagem 2.290
BEDIN V.I.P.

GIANCARLO LUCHETA BEDIN 

Giancarlo Lucheta BEDIN

Visita parceiros Portugal e Espanha

Este ano para La Moda é de preparação para o crescimento que se aproxima e para o canal de negócios internacionais não é diferente. O setor passa por mudanças que visam, a longo prazo, elevar a exportação a um novo patamar, almejando a internacionalização.

E o que difere uma empresa que apenas exporta de uma internacionalizada? A exportação é o primeiro dos muitos passos a serem dados, uma vez que leva o produto para outros países. Já a internacionalização consiste em mais do que o processo mecânico em si. É a inserção da La Moda em uma realidade diferente da qual está habituada. Para isso, é necessário mudar práticas de mercado, precificação, coleções, campanhas, mix de produtos e especialmente pensar de que maneira impactar o novo consumidor, que não conhece a marca e precisa se encantar com os produtos.

Se tornar internacional é, de certa forma, adicionar nas peças que viajam o mundo, o propósito da La Moda de levar emoção à vida das pessoas e transparecer nelas a exuberância, o empoderamento e a sensualidade que tão eficazmente consegue transmitir nacionalmente.

Atualmente, a empresa exporta para o Paraguai, Portugal, Espanha, Chile, Estados Unidos, Reino Unido, Bolívia, Rússia, Japão e Angola, em que a maioria consiste em vendas em lojas multimarcas e pequenas redes varejistas, exceto os quatro primeiros que são distribuidores e aliados rumo a internacionalização.

Com estes parceiros, a La Moda está aumentando a participação nas mídias locais, crescendo em pontos de venda, melhorando a oferta de produtos, antecipando entregas e fidelizando o cliente com visitas in loco, como as que aconteceram no mês de abril em Portugal e Espanha. O CEO Giancarlo BEDIN e a Gerente Sênior de Omnichannel & Internacionalização Juliana Destro visitaram em Leiria (Portugal) a loja Sara Lisboa e o showroom do distribuidor Celestino e em Alicante (Espanha) a loja Machine By Basico e o showroom do distribuidor Albero. As visitas tiveram o intuito de conhecer a operação, fortalecer a parceria e montar um plano de expansão para os próximos anos.







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23 de julho de 2018


Postagem 2.289

BEDIN V.I.P.

FERNANDO BEDIN 


Empresa Sinapsys foi o case do 4º Talk, Beer e TI



 De forma divertida e descontraída, os associados do PoloSul.org trocaram experiências e conhecimentos em mais um Talk, Beer e TI. A quarta edição do evento aconteceu na terça-feira, 28 de junho, na Petiscaria Nacional Emporium e contou com o apoio do APL de Tecnologia da Informação e Comunicação da região Norte (APLTEC) .

O assunto central do evento foi a apresentação a empresa Sinapsys, que atua com sistemas de gerenciamento de projetos focadas em construção pesada (civil e montagem) e está há 15 anos no mercado e recentemente tornou-se associada do PoloSul. O sócio responsável Fabiano BEDIN, contou a trajetória da empresa e sua experiência com o mercado internacional. "Atendemos empresas como Odebrecht e obras do porte da UHE Teles Pires e várias outras de infraestrutura em países como Peru, Colômbia, Equador, Angola e Moçambique. Nosso papel é contribuir para o gerenciamento da execução de obras, por meio de tecnologia da informação , melhorando controles e resultados de empreendimentos e projetos", enalteceu.

Na ocasião, o presidente do PoloSul, Luiz Fernando Amaral e Silva reiterou a importância do encontro para aproximação das empresas e debates pertinentes para o trabalho no mercado de TI. “O PoloSul permite a troca de conhecimentos e experiências entre as empresas. Tivemos a oportunidade de falar sobre o mercado internacional, com a ótima contribuição do Fabiano,do mercado voltado para as empresas de construção e também outros assuntos que iam surgindo como a parte de vendas e comercial, marketing e o mercado atual. Acho que essa troca é sempre válida pois, além de ser de uma forma descontraída o evento gera conhecimento", pontuou Luis, que agradeceu e parabenizou Fabiano pela apresentação e pelo seu trabalho.

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22 de julho de 2018


Postagem 2.288
BEDIN V.I.P.

CARLOS AUGUSTO BEDIN 


Parceria: a visão da empresa

O engenheiro Carlos Augusto BEDIN trabalha na Toniolo Pré-Moldados há 17 anos. Engenheiro civil formado pela UFSC, atualmente é sócio da empresa e responsável pela função de diretor comercial. Abaixo ele fala sobre o trabalho com a universidade no desenvolvimento do novo produto:

É uma postura da empresa buscar inovações em seus blocos?

BEDIN: Nossa empresa este ano faz 21 anos. Neste período, e com mais intensidade a partir de 1994, quando firmamos parceria com UFSC-GTec, temos buscado sistematicamente melhorias em nossos processos, principalmente desenvolver novos produtos para atender as necessidades do mercado. Este projeto vem nesta linha, buscando alternativas e soluções que melhorem o sistema construtivo com blocos de concreto, trazendo otimizações na execução e redução de custos.

Como a empresa vê o trabalho com a universidade?

BEDIN: O relacionamento com UFSC tem sido de grande valia para nossa empresa, pois possibilita estarmos nos atualizando, recebendo informações a partir de pesquisas. Também somamos com ela o desenvolvimento de novos produtos e serviços, através de estágios dos alunos em nossa empresa e na colocação dos profissionais no mercado de trabalho. A credibilidade que a UFSC e GTec possuem nos traz diferenciais e também credibilidade junto aos nossos clientes.

Como foi para a empresa abrir suas portas para a equipe do GTec?

BEDIN: Foi um processo natural, pois a nossa empresa sempre teve uma visão da importância de estarmos trabalhando em conjunto com uma instituição como UFSC, através do GTec. O profissional e professor Prudêncio tem características importantíssimas, tais como estar sempre buscando inovações, transmitir seus conhecimentos, ter com ele sempre uma equipe altamente comprometida com os trabalhos contratados e de grande competência, facilitar o relacionamento empresa, cliente e UFSC – GTec, através da transferência de experiências práticas adquiridas, estar sempre disposto a colaborar com a empresa, quando solicitado, tem ajudado no desenvolvimento de conceitos e novos produtos em nossa área. O GTec traz segurança, tranqüilidade e credibilidade para nossa empresa.

Você acha que há possibilidades da empresa produzir comercialmente o novo bloco?

BEDIN: O que determina a viabilidade é a demanda que poderemos gerar, termos um bloco com valor aceito pelo nosso cliente e que traga vantagens técnicas efetivas para quem vai utilizá-lo. Acredito que há grandes possibilidades de produção.

Por Arley Reis / Agecom
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21 de julho de 2018


Postagem 2.287
BEDIN V.I.P.

ADRIANO BEDIN 



Adriano BEDIN

Lá vem Tapa!
João Wady Cury
19 Julho 2018 | 18h53




Cena de ‘Anatol’, do grupo Tapa. Foto de Ronaldo Gutierrez

O grupo, claro, com direção de Eduardo Tolentino de Araújo, às voltas agora com um Dom Juan e seus sucessos e fracassos na vida amorosa. Trata-se de Anatol, peça de Arthur Schnitzler, em que o grupo Tapa disseca e reflete questões sobre a sexualidade e as relações amorosas – sim, amigos, mas aquelas desprovidas de afeto. Estreia 3 de agosto, no Teatro João Caetano, na Vila Mariana. O elenco tem Adriano BEDIN, Antoniela Canto, Ariel Cannal, Athena Beal, Bruno Barchesi, Camila Czerkes, Cinthya Hussey, Isabela Lemos e Natália Moço.


Cena de ‘Anatol’. Foto de Ronaldo Gutierrez

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20 de julho de 2018

Postagem 2.286

BEDIN V.I.P.

FRANCESCA BEDIN


Francesca BEDIN

Em eventos de verão, o entusiasta "The Lovers", de Silvia Bertoncelli e Luciano Padovani
20 de julho de 2018


Os amantes da Naturalis labour

A 31 de julho de 2018 , no evento eventos de Verão - As Mil Faces of Juliet , Montecchio Maggiore ( VI ) está localizado em sua maravilhosa Castelo Romeo da Naturalis Trabalho Empresa com Os Amantes , dirigida por Silvia Bertoncelli e Luciano Padovani , coreografia Silvia Bertoncelli , música original Diego Dall'Osto , intérpretes Francesca BEDIN, Silvia Bertoncelli, Sara cavaleiros, Mirko Paparusso, perigos Marco e Paul Ottoboni .

Desde a sua criação em 1988 , pela vontade de Padovani e Francesca Mosele , Naturalis Trabalho cria espectáculos únicos, fazendo uso de parcerias com organizações nacionais, como o Teatro Olimpico em Vicenza, Festival Oriente Occidente, OPERAESTATE Festival, AbanoDanza, Pergine Abrir Show, o Festival de Outono, Signs Barroco, Concertos na Villa . Ele excursionou na Itália e na Europa , graças ao seu contínuo e incansável trabalho de pesquisa sobre dança contemporânea, tango e novas linguagens de arte.

Inspirado por histórias e dramas de Shakespeare, The lovers é uma performance específica do local que explora paixões e tensões sob uma nova luz, explorando os sentimentos e instintos da alma humana. Através das vidas dos famosos Romeu e Julieta, Hamlet e Ofelia, Porzia e Bassanio e muitos outros, a obra fala de vicissitudes, amores impossíveis e dinâmicas relacionais que forjam paixões e prazeres físicos. O envolvimento do público torna o trabalho fresco, excitante e excitante, mantendo uma veia irônica e irreverente alinhada com os personagens criados por William Shakespeare .

Tradução:Google
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19 de julho de 2018


Postagem 2.285
BEDIN V.I.P.

PROF.DR.VALCINIR BEDIN



- Médico pela Universidade de São Paulo - USP
- Mestre e Doutor em Medicina pela UNICAMP
- Prof. convidado da Universidade Vadois - Lausanne-Suiça
- Prof. e Coordenador do Curso de Pós Grad. em Derma. e em Med. Estética da FTESM - FPS - SBME
- Ex-professor da Faculdade de Medicina de Jundiaí
- Presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética
- Presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo
- Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele
- Diretor do CIPE - Centro Integrado de Prevenção do Envelhecimento
- Ex-delegado do Conselho Regional de Medicina de São Paulo
Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele 

Saiba como cuidar do cabelo e mantê-lo saudável no inverno

Três especialistas dão dicas do que você pode ou não fazer durante a estação


No inverno, o cabelo precisa de cuidados especiais (Foto: Thinkstock)


No inverno, o cabelo precisa de cuidados especiais para manter os fios hidratados (Foto: Thinkstock)
Quando as temperaturas começam a cair, nós já corremos para adaptar os nossos looks para enfrentar as temperaturas baixas que se aproximam. E a rotina de cuidado com o cabelo não pode ficar de fora. São muitas dúvidas que acabam nos confundindo e fazendo a diferença para os nossos fios.

Três especialistas conversaram com a Marie Claire e deram dicas de como cuidar do cabelo no inverno e quais cuidados especiais devemos tomar para manter os fios saudáveis nessa estação.

Uma das principais dúvidas é se podemos ou não lavar o cabelo na água quente. Para o cabeleireiro Rudi Werner, do Werner Coiffeur, o ideal é água morna. “Tendendo para a fria. A água quente não é indicada, pois estimula a oleosidade do couro, já que o calor abre os poros”.



Não lave o cabelo com água quente no inverno (Foto: Thinkstock)

Não lave o cabelo com água quente no inverno, ela tira a proteção dos fios (Foto: Thinkstock)
O doutor Valcinir BEDIN, parceiro da Salon Line, especialista em dermatologia e presidente da Sociedade Brasileira do Cabelo, explicou que a água quente tira a proteção dos fios. Esta proteção é dada pelo manto hidropirídico formado pelo suor e pelo sebo, que é retirado pela água quente. Isso faz com que os fios fiquem mais frágeis e podem quebrar mais facilmente”, afirma.

O consultor expert Match de O Boticário, Ricardo dos Anjos, deu uma ótima dica para manter o brilho dos fios no inverno. “Ajuda muito a manter os fios saudáveis nessa época do ano, é dar um jato de água fria nos cabelos depois do banho para fechar as cutículas e dar brilho. Vale a pena fazer um esforço para mudar esses hábitos até mesmo durante o inverno”, explica Ricardo.


cabelo no inverno (Foto: Thinkstock)
Dê um jato de água fria na hora de lavor o cabelo, isso vai garantir o brilho dos fios (Foto: Thinkstock)

Lavar o cabelo todo o dia durante o inverno também não é saudável para os fios. Os três especialistas concordam que a lavagem do cabelo deve ser feita em dias alternados, para manter os fios mais fortes.

Para manter uma rotina saudável do cabelo, use um produto protetor dos fios. “Os fios ficam mais fáceis de pentear e menos agredidos pela temperatura e pela baixa umidade do ar”, diz Dr.BEDIN


Aprenda a lavar os cabelos da forma correta (Foto: Think Stock)

Use máscara capilar duas vezes na semana no cabelo durante o inverno (Foto: Think Stock)
Os cabelos ficam naturalmente mais hidratados no inverno e exagerar na hidratação poderá deixá-los pesados, explica Ricardo dos Anjos. Máscara capilar hidratante duas vezes na semana e um bom leave-in é a dica do cabelereiro Werner.

Cabelo molhado e frio não combinam, mas será que o secador de cabelo é nosso aliado ou inimigo? Para os nossos especialistas, o secador é um aliado, mas devemos usar de forma correta.


No inverno, modere o uso do secador de cabelo e o posicione a 20 centímetros dos fios (Foto: Thinkstock)

No inverno, modere o uso do secador de cabelo e o posicione a 20 centímetros dos fios (Foto: Thinkstock)
“Usar o secador e a chapinha diariamente acelera ainda mais o ressecamento da fibra, então programe-se para não usar em toda a lavagem”, explica Werner.

A dica do Dr. BEDIN é usar o secador a uma distância de 20 centímetros do couro cabeludo e com a temperatura não muito alta para não criar bolhas de ar dentro dos fios, o que faz com que eles fiquem mais frágeis.

Para minimizar os danos do uso do secador no inverno é fundamental usar um protetor térmico antes de secar o cabelo, diz Ricardo dos Anjos.

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18 de julho de 2018






 Postagem 2.284
BEDIN V.I.P.

 DRA. ALESSANDRA BEDIN


Dra. Alessandra BEDIN

DST pouco falada gera alerta por resistência a remédios: o que é? Há risco no Brasil?

Foto de Maria Beatriz Melero  ESCRITO POR
MARIA BEATRIZ MELERO



A bactéria Mycoplasma genitalium (MG) vem chamando atenção dos profissionais de saúde do mundo todo. Recentemente, autoridades de saúde do Reino Unido chegaram a emitir diretrizes sobre a MG a fim de evitar que o micro-organismo se transforme em um caso de emergência da saúde pública em seus países.

O alerta para a MG acontece pelo potencial do micro-organismo se tornar uma superbactéria, uma vez que apresenta alta resistência a antibióticos, e por sua transmissão ocorrer por meio de relações sexuais sem proteção.


Outro fator que acarreta preocupação nos agentes de saúde está nas possíveis complicações que a bactéria pode acarretar ao organismo, especialmente em mulheres.

O que é a Mycoplasma genitalium?


A Mycoplasma genitalium (MG) foi isolada pela primeira vez em 1981, mas apenas recentemente descobriu-se que ela é causadora de uma Doença Sexualmente Transmissíveis (DST). Trata-se de uma bactéria que provoca a infecção da uretra, em homens e mulheres. No corpo feminino, ela pode causar infecção dos órgãos reprodutivos, como útero e trompas.

Apesar do risco de contaminação das vias orais pela MG, principalmente pela prática do sexo oral desprotegido, a bactéria tem poucas chances de se desenvolver nas vias orais humanas. "É pouco provável. Existe a Mycoplasma pneumoniae, que causa a pneumonia, mas aí é outra história”, explica a ginecologista Alessandra BEDIN, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Sintomas da MG e riscos da doença
Nem sempre a MG apresenta sintomas nos pacientes e muitas vezes pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, especialmente a clamídia. “As duas são muito parecidas por terem sintomas, complicações e manifestações similares”, diz Alessandra.

Segundo estudo do International Journal of Epidemiology, 94% dos homens e 56% das mulheres com a bactéria não sentiram a presença da MG.

Quando a bactéria, contudo, manifesta sinais no corpo humano, ela provoca, em homens, emissão de secreção pelo pênis e dor na hora de urinar.


Em mulheres, a dor acontece ao urinar e na hora da relação sexual.

Há, ainda, quadros de febre, cervicite (inflamação no colo do útero) e, em casos extremos, infertilidade.


“O problema é a mulher. Principalmente, se a MG se aloja nas trompas de Falópio. A cicatrização do local pelo organismo faz com que as trompas se fechem, o que causa a infertilidade.”

Como a MG é transmitida?


A dificuldade de estudar a MG logo após sua descoberta na década de 1980 impediu a plena compreensão do micro-organismo, bem como sua forma de contágio.


Foi no estudo do International Journal of Epidemiology, entretanto, que aconteceu a confirmação de que a bactéria MG é transmitida por meio de relações sexuais – ou seja, trata-se de uma DST, tal qual a gonorreia, a sífilis, o HIV, a clamídia, entra outras.

Diagnóstico e exames da MG



Por ser uma infecção assintomática em muitos casos, a MG é diagnosticada, principalmente, em exames de rotina.

Em mulheres, por exemplo, a bactéria pode ser notada no exame de papanicolau. “Neste exame, não se procura o micro-organismo exatamente, mas o HPV. Entretanto, é possível constatar a presença da MG nele”, conta Alessandra.



Quando o paciente apresenta os sintomas da MG descritos pela limitada literatura médica, exames são realizado para averiguar o que pode estar provocando os incômodos.

"O diagnóstico laboratorial está relacionado com o clínico (sinais e sintomas) relatado pelos pacientes. A avaliação laboratorial é feita pela cultura da urina, secreção vaginal (mulher) e uretral (homem), esfregaço endocervical (colo útero), quando há suspeita de infeção profunda (salpingite), e também para investigação de infertilidade", detalha o ginecologista, obstetra e cirurgião ginecológico Edvaldo Cavalcante.

No relatório publicado pelas autoridades de saúde do Reino Unido, constam pedidos para que a MG seja identificada de forma mais eficaz. Um teste específico para a bactéria existe neste local desde 2017. Entretanto, ele não está disponível em todas as unidades de saúde local.

Onde fazer exame para MG no Brasil?

Aqui no Brasil, ainda não há testes específicos para a MG disponíveis na rede pública do país. Na rede privada é possível realizar o exame laboratorial para averiguar rastros da bactéria.

Atualmente, o Ministério da Saúde trabalha, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em um projeto que treina e inicia a coleta das amostras da bactéria em unidades de saúde do país – que, posteriormente, serão enviadas para o Laboratório de Biologia Molecular, Microbiologia e Sorologia da UFSC, referência na pesquisa sobre o assunto.

Como se prevenir contra a MG?





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A transmissão da MG, bem como seu desenvolvimento no organismo, pode ser prevenido com o uso de camisinhas (masculinas e femininas) – que, segundo o Ministério da Saúde, é o método mais eficaz para evitar a transmissão de DSTs.

Caso a pessoa tenha vida sexual ativa e mais de um parceiro, é interessante que sejam exames periódicos para avaliar se há infecção pela bactéria. “Quanto maior o número de parceiros, maior o risco de contrair qualquer DST”, explica Cavalcante.

Tratamento




Os antibióticos seguem como melhor alternativa para o tratamento de quadros infecciosos por MG. Em casos de complicações, o médico pode indicar uma forma diferente de administração dessa medicação, aumentando o número de dias que ele deve ser tomado, por exemplo.


Já em caso de resistência da bactéria ao antibiótico indicado, Alessandra lembra que é possível a realização de um exame chamado antibiograma. “O teste indica qual antibiótico que é resistente à MG. Ele serve para qualquer tipo de bactéria, não só para este caso.”

Por que se preocupar com a MG? Resistência a drogas


Uma das principais preocupações dos cientistas é a alta resistência da MG a antibióticos.

No Reino Unido, a Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV (BASHH) constatou que a erradicação da bactéria após a administração de antibióticos em pacientes é cada vez menor. Segundo a BASHH, a resistência acontece em cerca de 40% dos casos de MG tratados com o antibiótico.

Para a Alessandra, a justificativa para a resistência da MG ao medicamento é o uso desenfreado do produto antibiótico. “Algumas colônias sobrevivem [ao uso excessivo desta droga], o que leva ao desenvolvimento da superbactéria.”

O que se sabe sobre a doença no Brasil?



Atualmente, a principal incidência da MG acontece na Europa. A estimativa e que 1 a 2% da população mundial tenha tido contato com a bactéria.

No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número infectados pela MG, principalmente pela falta de notificação compulsória – as secretarias de saúde dos estados e municípios não são obrigadas, ainda, a reportar casos envolvendo o micro-organismo. “Ela acaba sendo tratada como clamídia”, comenta a ginecologista Claudia Serafim, do Hospital Santa Cruz.

Apesar da dificuldade em rastrear a MG, o Ministério da Saúde afirma que a bactéria é bem menos frequente no país, do que outros agentes como N. gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, responsáveis pela gonorreia e clamídia, respectivamente

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