21 de junho de 2019


Postagem 2.631
BEDIN V.I.P.

DRA.ALESSANDRA BEDIN 


Dra. Alessandra BEDIN

Normal ou cesárea: o que médicos pensam sobre projeto de Janaína Paschoal?... -


Janaina Paschoal (PSL-SP): votação é polêmica

Imagem: Carine Wallauer/UOL
Manuela Rached Pereira
Colaboração para Universa
18/06/2019 04h00

Protocolado em abril pela deputada Janaina Paschoal (PSL-SP), o projeto de lei que garante à gestante a opção pela cesárea sem a necessidade de indicação clínica no SUS, a partir da 39ª semana de gestação, passou a tramitar em regime de urgência na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Motivo de preocupação entre entidades médicas e profissionais de saúde, a medida prevê ainda a oferta de analgesia para partos normais e impõe que, em hospitais e instituições que funcionem como maternidades, sejam fixadas placas com a afirmativa: "Constitui direito da parturiente escolher cesariana, a partir da trigésima nona semana de gestação".

O Conselho ressalta ainda os riscos da tramitação urgente do projeto, que desobrigou a proposta de passar pelos trâmites normais da Alesp, como ser analisado pelas comissões da saúde e da mulher e debatido em audiências públicas antes de sua votação final.

Por outro lado, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) soltou uma nota em que se diz favorável ao PL (veja abaixo).

"Dar voz às mulheres usuárias do SUS"

Já a autora do projeto, Janaina Paschoal, defende a aprovação acelerada da proposta e reafirma sua intenção de "dar voz a milhares de mulheres usuárias do SUS" que passam por situações de violência obstétrica e são impedidas tanto de exercer seu direito de escolha em relação à cesárea como ao uso de analgesia quando o parto ocorre por via vaginal.

A entidade regional rebate: "Se a pretensão genuína do projeto for garantir a autonomia da mulher e o direito ao nascimento seguro, então que se batalhe para o atendimento digno e humanizado no parto. Para tanto, deve-se redesenhar os modelos assistenciais, capacitar os profissionais de saúde e desenvolver mecanismos indutores de qualidades dos serviços, além de adequar e ampliar a rede de cuidados, a fim de facilitar o acesso das gestantes ao pré-natal de qualidade e à própria unidade de saúde."

Professora da Escola Paulista de Medicina da Unifesp e obstetra da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Roseli Nomura argumenta sobre a falta de condições adequadas de assistência pré-natal e ao parto no sistema público de saúde do país e destaca que o Estado deveria garantir o monitoramento de práticas obstétricas e atuar pela garantia de condições básicas para a realização do parto humanizado para todas a mulheres.

"A gente sabe que no setor privado é muito diferente, mas eu entendo que não é por essas medidas que a gente vai chegar à melhor solução. O problema é muito anterior, está na assistência pré-natal, na assistência à saúde, na educação em saúde para as mulheres, e ainda é um caminho muito longo a ser percorrido na nossa sociedade", avalia.

Cesárea salva vidas, mas complica também
Se por um lado os partos cirúrgicos podem salvar vidas, como nos casos em que há risco de hemorragia ou quando a placenta obstrui a saída do bebê do útero, por outro eles estão associados a um maior número de partos prematuros e a complicações durante e após o procedimento.

Segundo dados da pesquisa Nascer no Brasil, divulgada em 2016 a partir de um inquérito nacional de base hospitalar, a taxa de prematuridade entre recém-nascidos brasileiros (11,5%) é quase duas vezes superior à observada em países europeus. Além disso, obstetras apontam riscos maiores para as gestantes que optam pela cesariana.

"A cesárea, quando comparada ao parto vaginal, tem maiores riscos de sangramento, de infecções e de, no futuro, ter complicações em outras gestações porque ela (parturiente) fica com uma cicatriz no útero, decorrente da cirurgia, e isso pode limitar o número de gestações futuras. Então, são riscos que devem ser considerados quando a mulher escolhe a cesárea como a via de parto", explica Nomura.

Para a ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, Alessandra BEDIN, nos casos em que não há complicações prévias e a mulher for esclarecida sobre as implicações decorrentes da cesariana, a vontade da paciente deve ser respeitada, mas reforça que a realidade brasileira mostra que nem sempre são oferecidas atenção básica e orientação adequada a respeito dos riscos do procedimento cirúrgico às gestantes.

"No sistema público é muito difícil porque muitas vezes elas têm medo da dor, mas muitas vezes esses riscos não foram discutidos com elas, como é feito na rede privada. Então, é muito mais simples pro sistema e pros médicos optarem pela cesárea", afirma Bedin.

Muita cesárea no Brasil

Dados do Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos), de 2016, mostram que as cesáreas respondem por 55,6% do total de nascidos vivos no país. Enquanto na rede privada, 84% dos partos ocorrem via cesarianas, no SUS, a taxa é de 40%. Em índices de partos cirúrgicos, o país só perde para a República Dominicana (56%).

Em declaração, a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que a cirurgia seja indicada apenas por razões médicas e considera que, "assim como qualquer cirurgia, uma cesárea acarreta riscos imediatos e a longo prazo", principalmente "em mulheres com acesso limitado a cuidados obstétricos adequados".

O direito de escolha

Diante do atual cenário nacional, Roseli Nomura contesta que os altos índices de partos cirúrgicos entre as brasileiras seja por conta da preferência das gestantes em realizá-los. "Isso ocorre pela falta da analgesia de parto, pelas condições precárias com que o parto tem acontecido no setor público, o que acaba empurrando a mulher a optar pela cesariana. A escolha do parto é uma questão muito complexa".

Sobre a analgesia, a obstetra explica que todo o procedimento anestésico está associado a riscos. Uma das complicações que podem surgir com a aplicação é uma demora maior no período expulsivo, mas garante que "estando a mulher bem assistida, é muito benéfica ao parto".

Já de acordo com a ginecologista e obstetra Alessandra BEDIN, a ideia do PL não é exclusiva do Brasil e não deveria desconsiderar a realidade do país.

"Em todos os lugares do mundo existem várias comissões e vários projetos a respeito, dando o direito de escolha às mulheres de fazerem as cesárias. Minha única ressalva é que nem sempre a atenção mais básica é dada. E se nem essa assistência básica é dada, imagine se é dada a orientação adequada a respeito dos riscos. Se fosse bem feito, a ideia seria ótima, mas eu acho que no Brasil isso não é factível", afirma.

Para as especialistas consultadas por Universa, tanto o direito à analgesia como o de escolha pela via de parto devem ser garantidos a todas as gestantes, como já previsto pela lei do parto humanizado, de 2015, que, entre outras medidas, prevê "a oportunidade de escolha dos métodos natais por parte da parturiente, sempre que não implicar risco para sua segurança ou do nascituro".

Placas nas maternidades são desserviço

Elas afirmam, no entanto, que há pontos específicos da lei, como a fixação obrigatória de placas em maternidades, que podem estimular o aumento de partos cesarianos no Brasil em meio a condições precárias de assistência em saúde pública.

"Eu acho isso um desserviço que acaba induzindo a prática da cesárea. As condições de parto que deveriam ser oferecidas (como a analgesia e um bom serviço de pré-natal que explique claramente pra mulher os benefícios tanto do parto vaginal como da cesárea) não são. E quando ela se depara com uma placa dessas, acha mais fácil escolher pela cesariana. É um procedimento de maior risco sem explicações que deveriam ser feitas antes", defende Nomura.

"Você deve orientar e especificar que em casos bem esclarecidos a mulher tenha esse direito, mas sugerir isso com uma placa acho que é demais", reforça BEDIN.

Termos inapropriados

Nomura destaca ainda que percebe alguns termos "não apropriados" inseridos na proposta. "É um projeto de lei estadual que toma como base a resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) a respeito da cesárea a pedido, e eu noto que neste projeto ela começa falando da cesárea eletiva, mas a cesárea eletiva é muito diferente da cesárea a pedido".

A obstetra explica que a 'cesárea a pedido' é "aquela que não tem uma indicação médica e ainda assim é a via de parto desejada pela mulher", enquanto o projeto se utiliza do termo 'cesárea eletiva', "eleita como a melhor via de parto por questões clínicas".

Posicionamento do Cremesp

"Cremesp se opõe à vilanização da prática cirúrgica obstétrica consagrada pela ciência

O Conselho de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) defende que a discussão sobre a assistência perinatal, no SUS e na rede privada, deve ser abordada por evidências científicas e por práticas comprovadas que garantam: a segurança da gestante e do bebê, o livre acesso da mãe a todas as informações possíveis para sua tomada de decisão, e não sejam guiadas por índices baseados em falsa ciência e nem objeto de questões políticas. Desta forma, o Conselho se opõe a práticas e discursos que visam à vilanização da prática consagrada da cirúrgica obstétrica, promovida por grupos de caráter sectário e ideológico.

Recentemente, o Tribunal Regional Federal 3ª Região determinou que o Conselho Federal de Medicina cuide "da observância e da fiscalização do procedimento de informação compulsória pela classe médica", impondo que, durante o pré-natal na rede privada, seja entregue às beneficiárias de plano de saúde nota de orientação à gestante. O documento faz parte da Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nº 398/2016, que informa haver enfermeiros credenciados para assistência ao parto e pré-natal, entre outras informações, em três diferentes consultas pré-natais. Nas orientações, a ANS refere-se aos "altos índices de cirurgias desnecessárias".

Em posicionamento oficial, aprovado pela reunião de diretoria, em 11 de junho de 2019, e em plenária, em 13 de junho de 2019, o Cremesp entende que a avaliação de qualidade da assistência perinatal é multifatorial e não deve se basear nos "índices ideais de cesáreas" (abandonados inclusive pela OMS por falta de evidência científica), desconsiderando as indicações médicas e a vontade materna. Por isso, defende projetos de lei, como o de nº 435/2019, da deputada estadual Janaina Paschoal, que garante à gestante a possibilidade de optar pelo parto cesariano, a partir da trigésima nona semana de gestação, bem como a analgesia, mesmo quando escolhido o parto normal.

Na nota, o Cremesp "repudia discursos de ódio contra a categoria médica, que tentam taxar esses profissionais de mercantilistas quando, na verdade, o que se percebe é que o interesse econômico está do lado de quem acusa: em querer, com falsa ciência e com discursos ideológicos, demonizar rotinas médicas seguras e consagradas na assistência médica obstétrica em troca de práticas empíricas, desprovidas de ciência e que os estudos têm demonstrado resultados, no mínimo, preocupantes".

A manifestação leva em conta ainda que "o Cremesp tem instruído e julgado vários processos ético-profissionais em que os eventos adversos foram decorrentes da demora em se realizar cesariana e pelas complicações da insistência em ultimar partos vaginais". E que, muitas vezes, as complicações tiveram início justamente na forma de condução da assistência ao trabalho de parto sem contar com a participação efetiva de profissionais médicos. E que estes são chamados a intervir somente após as complicações, assumindo o ônus do processo."

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20 de junho de 2019

Postagem 2.630
BEDIN V.I.P.

GIORGIA BEDIN


Giorigia BEDIN

BEDIN lança a junta e confirma o deputado Pararo Peraro para Planejamento Urbano


Fama, secretário da Liga, vence o comissariado da Tourism and Social Fortin externo ao Meio Ambiente. Il Verde a Piccolo

Giada Zandonà
20 DE JUNHO DE 2019

MONSELICE. A equipe do prefeito Giorgia BEDIN está pronta e - a partir das promessas da campanha eleitoral - inclui muitos novos rostos no cenário político de Monselice.

Ontem de manhã o prefeito e os cinco avaliadores assinaram, respectivamente, o decreto que nomeia o conselho e a aceitação das delegações. Além de ser o primeiro a vir com uma prefeita, pela primeira vez na história da cidade de Rocca, o vice-prefeito da administração anterior está confirmado. Na verdade, Andrea Parolo, ex-deputado de Lunghi, vestirá este papel por mais cinco anos com os mandatos de Orçamento, Homenagens, Cultura, Políticas Juvenis, Educação, Construção de Escolas, Voluntariado e sem fins lucrativos, Serviços demográficos e de cemitérios.

A única mulher na barganha (além do prefeito) é Francesca Fama, uma empresária de 60 anos e secretária da Lega di Monselice: ela será conselheira de Turismo, Políticas Sociais, Políticas da Família e Terceira Idade e Igualdade de Oportunidades. Lucio Fortin, um topógrafo de 55 anos da lista "Movimento da Cidade", embora não tenha conseguido um cargo no conselho, foi nomeado conselheiro externo para o Meio Ambiente, Ecologia, Silvicultura e Planejamento Geológico do território.

Stefano Peraro, consultor de negócios, será Conselheiro de Construção Privada, Planejamento Urbano, Atividades Produtivas e Suap. Face conhecida no cenário político local e ex-conselheiro regional, ele já foi conselheiro de 1999 a 2007 e de 2009 a 2010, de 2007 a 2009 conselheiro provincial de Planejamento Urbano.

Luca Piccolo, candidato sob o símbolo da Liga, freelancer e chefe do distrito de San Bortolo, será conselheiro para as relações com as frações, manutenção urbana, parques públicos e Giostra della Rocca.

O primeiro conselho municipal está agendado para quinta-feira, 25 de junho, às 21h (em vez das 19h, horário tradicional das assembleias municipais de Monselicense).

O prefeito Giorgia BEDIN manteve numerosas procurações, com a intenção anunciada de distribuí-las em parte a alguns conselheiros da maioria. -

Giada Zandonà

Tradução<Google
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19 de junho de 2019

Postagem 2.629
BEDIN V.I.P.

ALBERTO BEDIN 


Alberto BEDIN

Np Olginate, imediatmente barris: folhas Marinò, capitão Tagliabue. Aqui é Bedin

A equipe de Massimo Meneguzzo lança seu próprio mercado, tendo que desistir de uma de suas duas bandeiras. O outro, o pivô, se torna o símbolo. De Lugo aqui é a talentosa longa classe 1999

Stefano Bolottade Stefano Bolotta17 de junho de 2019



Marco Tagliabue (Photo MorAle e PHOTOLR)

O NP Olginate faz os seus primeiros remates numa nova época da Serie B. O treinador confirmado Massimo Meneguzzo , arquitecto principal do ressonante regresso no último campeonato, começamos com um adeus e uma excelente confirmação relativamente aos dois símbolos da história recente do biancoblu. .

«Matteo, obrigado pelo compromisso e seriedade»
Matteo Marinò deixa Olginate depois de vários anos, caindo em ouro C por razões profissionais incompatíveis com os "tempos" da Série B. "Em nome de toda a liderança do Npo - estas são as palavras do presidente Fausto Chiappa - agradeço a Matteo por sua grande seriedade e compromisso com o qual ele abordou as temporadas passadas conosco. Do ponto de vista esportivo, ele foi um ator fundamental no crescimento de nossa empresa. Obviamente, sentimos muito por sua decisão, pois mesmo na última temporada ele conseguiu mostrar o quanto era importante para nós, mas depois de tudo o que entendemos e desejando que ele escrevesse outras páginas da história do esporte, lembramos a ele que PalaRavasio sempre será sua casa ”.

O capitão será, portanto, Marco Tagliabue , que assinou o acordo para o seu quarto campeonato consecutivo com o casaco Npo. «Marco - comenta o ds Fabio Ripamonti - é um jogador de grande experiência e qualidades técnicas que muitos gostariam de agarrar. É importante para nós podermos começar a nossa terceira época na Serie B, pois podemos contar com a sua contribuição e, para a nova temporada, ele será o capitão e terá, portanto, o duplo papel de jogador e líder do vestiário. Os jovens jogadores que vamos inserir terão muito a aprender com um jogador como ele, que pisou nos mais importantes pisos em parquet da Itália ».

No. 9: "Eu terei novas responsabilidades"

O número 9, depois das excelentes ações feitas com Olginate, busca a confirmação pessoal e da equipe . «Estou muito feliz, tenho de agradecer ao Npo e a toda a equipa técnica por me ter confirmado. Como sempre indiquei para mim, é uma segunda família - explica o centro - pela primeira vez assumirei o papel de capitão e estou muito feliz. Ser um capitão envolve muitas responsabilidades dentro e fora do campo, tenho orgulho disso e realmente espero poder viver de acordo com ele . Estou feliz por poder trabalhar com o Massimo, um dos melhores treinadores que já tive. Ele vai ser muito exigente comigo, especialmente como capitão, mas isso não me assusta, mas me estimula a não desapontá-lo ”.

BEDIN, vinte anos já testado

O primeiro tiro colocado por Ripamonti no mercado é Alberto BEDIN , nascido em 1999, a 202 centímetros de Lugo (Serie B) e no ano passado o adversário de Npo. Alberto cresceu no setor jovem de Riva del Garda e aos 16 anos fez sua estreia na Série D antes de se mudar para o Mestre em 2016, onde fez o Campeonato Nacional de Excelência Sub18 e por duas temporadas jogou na Serie C Gold ganhando significativas experiências em um liga sênior No ano passado para ele 8,4 pontos em 27 ', 5,5 rebotes médios. «Finalmente meu caminho se cruza com o do treinador Meneguzzo - comenta Alberto - há muito me acompanhamas nunca tive a chance de trabalhar com ele. Quando ouvi falar com o treinador e com o DS Ripamonti, senti imediatamente que, em Olginate, podia continuar o meu programa de crescimento iniciado em Lugo, onde tive a oportunidade de jogar continuamente ».

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18 de junho de 2019

Postagem 2.628
BEDIN V.I.P.

DANIEL BEDIN 



Daniel BEDIN 

Programa Gestão de Indicadores e Resultados inicia nova turma no Extremo Oeste de SC


Nova turma do GIR reúne empresários do Extremo Oeste de SCNova turma do GIR reúne empresários do Extremo Oeste de SC

17/06/2019 - 16h52

Com resultados comprovados no que se refere ao aumento da competitividade dos negócios, o Programa Gestão de Indicadores de Resultados (GIR) iniciou uma nova turma neste ano, em São Miguel do Oeste. A solução trabalha o desenvolvimento do pensamento estratégico para direcionar o futuro do negócio a partir de iniciativas que sejam fruto da reflexão, pesquisa e conhecimento do ambiente de atuação.

A aula inaugural foi realizada recentemente e o próximo encontro será no dia 13 de agosto com o módulo Indicadores de desempenho. A iniciativa é desenvolvida pelo Sebrae/SC e reúne empresários e profissionais das seguintes empresas: Letavo Alimentos de Paraíso, Cooperativa de Crédito Rural de São Miguel do Oeste (Sulcredi), Cooperativa Regional do Extremo Oeste (Cooperoeste) de São Miguel do Oeste, Dimeoeste Comércio e Produtos Farmacêuticos de São Miguel do Oeste e Inova Implementos Rodoviários de Caibi.

O GIR possibilita a adoção de um modelo de gestão com base em indicadores e metas e tem entre os objetivos o desenvolvimento do pensamento estratégico para direcionar o futuro do negócio a partir de iniciativas que sejam fruto da reflexão, pesquisa e conhecimento do ambiente de atuação.  Com duração de 14 meses, inclui atividades workshops, encontros empresariais e tem entre os grandes diferenciais as consultorias exclusivas que acontecem na organização, com carga horária de 127 horas. Ao todo, a solução conta com 211 horas e abrange todas as ferramentas necessárias para obter uma gestão moderna e melhorias na performance do empreendimento.

O analista técnico do Sebrae/SC, Miguel Gomes Garrido, assinala que o GIR é essencial para auxiliar os empresários a atuarem com foco na gestão com base em indicadores e resultados, possibilitando trabalhar de maneira planejada para atingir as metas traçadas. “Tivemos relatos importantes de empresários, demonstrando que a evolução realmente acontece, o que é fundamental para aumentar a geração de empregos e movimentar a economia da região”.

Exemplo disso é o empresário Daniel BEDIN, da Piscinas São Miguel, que faz parte do grupo que teve início no ano passado.  “Apesar de não ter terminado ainda, o GIR já demostrou ter muita importância dentro de nossa organização administrativa. Foram momentos em que saímos um pouco do âmbito geral da empresa e focamos dentro de cada detalhe nos setores de finanças, marketing, processos e agora estamos trabalhando a parte do RH. Focamos nessas situações específicas, principalmente, através das visitas in loco na empresa”.

Segundo BEDIN, a avaliação é muito positiva. “Esclarecemos dúvidas e tivemos a oportunidade de buscar mais detalhes para melhorar a gestão. Recomendo a participação de qualquer empresa que me perguntar. Além da troca de ideias com colegas de outras empresas, os consultores responsáveis têm importância significativa no aperfeiçoamento das ações, tanto que mantivemos contato com àqueles que já concluíram suas etapas. O RH está em andamento e também é positiva a avalição. É um investimento que traz retornos importantes para o crescimento da empresa”.

O empresário Miguel Bocalon, da Sysmo Sistemas Ltda, enfatiza que o programa permite clarear os objetivos e metas da empresa. “Com a filosofia implantada buscamos concentrar esforços em tarefas produtivas e para o bem comum dos negócios. O envolvimento de todos com o planejamento é o ponto alto do projeto. Os colaboradores buscam convergir os esforços e investimentos para o que realmente trará resultados. Com certeza teremos efeitos melhores em termos de satisfação interna, engajamento da equipe, melhor atendimento aos clientes atuais, potencialização de novos clientes e, consequentemente, atingir o grande objetivo de todas as empresas que é o resultado financeiro positivo”, finalizou.

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17 de junho de 2019



Postagem, 2627
BEDIN V.I.P.

IRIS BEDIN 

Iris BEDIN 

O valor da consultoria
11/06/2019 11:42

Iris BEDIN , dona da Iris Viaggi a Legnano, entendeu que seu trabalho como agente tinha que ser pago. Então ela decidiu introduzir uma taxa horária

O aconselhamento profissional é pago. Também no caso de agentes de viagens. Iris BEDIN, dona da Iris Viaggi a Legnano, deve ter pensado assim , introduzindo um custo por hora para destacar o valor de seu trabalho quando se trata de enviar seus clientes em férias. As taxas variam de acordo com o tipo de viagem solicitado . “A primeira grande dúvida que enfrentei foi dar um valor monetário ao trabalho, que realizo com paixão, e ao serviço, que eu forneço com base em minha experiência e atualizações contínuas. Então consegui e estabeleci uma consulta horária de 15 euros ", disse BEDIN.

E, com base na experiência adquirida até agora, BEDIN percebeu que, para conselhos fornecidos aos clientes, que perguntam sobre as férias de verão clássicas nas quais dedica cerca de 2 a 3 horas - entre um compromisso com um cliente, uma consulta personalizada, uma busca pelo destino / serviço mais adequado para o cliente. necessidades, preparação do orçamento e quaisquer alterações -, aplica uma taxa de 30-40 euros total . "Enquanto no caso de viagens sob medida e luas de mel, que exigem conselhos mais personalizados e mais prudentes, os valores aplicados são de 90 euros por pessoa ".

E são quantias que afetam em média 1% do total de uma viagem comprada e "o cliente não se queixa disso, pelo contrário, ele reconhece o conselho, o amor por este trabalho mas acima de tudo o interesse por suas necessidades", sublinha BEDIN, que afirma nunca ter perdido uma prática devido a estes custos "acessórios", "porque os clientes reconhecem a competência e profissionalismo e o fato de não oferecer serviços / produtos padronizados".

A metodologia adotada prevê o agendamento de consultas no escritório com pessoas que solicitaram uma cotação, “uma maneira de roçar os viajantes que querem confiar na competência de um consultor de viagens em comparação àqueles que só procuram informações ou conselhos para mais tarde. experimente com bricolagem ”, concluiu BEDIN. sp

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16 de junho de 2019

Postagem, 2.626
BEDIN V.I.P.

LIARINE BEDIN 


Liarine  BEDIN
Veja quem são e como é a rotina das mulheres que servem à pátria no quartel de Santa Cruz
Atualmente, dez mulheres atuam no quartel, quatro de carreira e seis temporárias
Por: MICHELLE TREICHEL Compartilhar   
Foto: Lula Helfer


Desempenho das militares que atuam no 7º BIB rende elogios do comandante: “Profissionalismo e dedicação”, diz o coronel Cravo

O Exército Brasileiro também é feito pela força feminina. No 7° Batalhão de Infantaria Blindado (7° BIB), em Santa Cruz do Sul, elas desempenham papéis importantes em diferentes áreas e diariamente honram a missão de servir à pátria. Atualmente, dez mulheres atuam no quartel, quatro de carreira e seis temporárias. Em todo o Brasil, o governo federal estima que sejam 6 mil mulheres no Exército, além de 9,2 mil na Força Aérea e 6,9 mil na Marinha. Por mais que o alistamento militar feminino não seja algo tão comum, os direitos vêm sendo ampliados ano após ano.

Conforme o comandante do 7° BIB, coronel Christian Augusto dos Santos Cravo, a história feminina no Exército começou a ganhar corpo em 1992, quando a Escola de Administração do Exército, em Salvador (BA), matriculou a primeira turma de 49 mulheres mediante concurso público. Depois disso, em 1996, foi instituído o Serviço Militar Feminino Voluntário para médicas, dentistas, farmacêuticas, veterinárias e enfermeiras de nível superior. “As integrantes do 7° Batalhão desempenham muito bem suas tarefas, nos diversos setores da organização, com profissionalismo e dedicação”, elogia Cravo.

Uma delas é a segundo-tenente, LIARINE BEDIN que desde a infância sonhava em usar a farda verde-oliva, inspirada nos exemplos do irmão e do tio militares. Hoje, aos 28 anos, a enfermeira lidera uma equipe de seis pessoas na auditoria de contas hospitalares do 7º BIB. Além disso, presta assistência na enfermaria sempre que necessário. “Estou vivendo meu sonho”, resume a militar, que ingressou nas Forças Armadas em fevereiro de 2018, após muita preparação para concorrer à vaga.

Uma rotina de comprometimento e muita dedicação

A vida militar faz parte da rotina da primeiro-tenente Andréia Bertani Ottoni há sete anos. Natural de Cachoeira do Sul, ingressou no Exército Brasileiro em 2013 como oficial dentista temporária, cargo que irá desempenhar até o ano que vem. “Realizei minha inscrição pelo site do Exército e fui selecionada após uma análise curricular”, conta.

Depois de 45 dias no Estágio de Adaptação ao Serviço (EAS), passou a desempenhar suas atividades como dentista: atende militares da ativa e da reserva e seus familiares, além de pensionistas. Também participa dos treinamentos físicos militares, formaturas, marchas e dos testes de aptidão de tiro (TAT) e de avaliação física (TAF). Na última solenidade de aniversário do batalhão, comandou uma companhia.

Já a segundo-sargento Luíza Martinez Kist, de 32 anos, é militar de carreira do Exército desde junho de 2008. No 7º BIB atua há quatro anos. Nascida em Santa Cruz do Sul e formada como técnica em enfermagem, atualmente trabalha na secretaria da enfermaria do quartel, atendendo militares da ativa e da reserva e seus familiares e pensionistas. Além disso, auxilia em transferências médicas dos hospitais da região para o Hospital Militar de Porto Alegre e dá apoio de saúde nas atividades realizadas pelo batalhão. Recentemente, passou três meses no Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos de Saúde, na Escola de Sargentos de Logísticas (EsSLog) do Rio de Janeiro. E, por lá, representou bem o 7º BIB: conquistou o primeiro lugar na turma.

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15 de junho de 2019

Postagem 2.625
BEDIN V.I.P.

ADRIANO BEDIN



Adrino BEDIN 

CAUSOU: Jantar Romântico de Adriano Bedin reúne vip's em Concórdia. Confira!
Em 14/06/2019



CONCÓRDIA – Que noite! O tradicional romântico do Dia dos Namorados, promovido pelo comunicador Adriano BEDIN, literalmente causou frisson.

O festerê alusivo aos apaixonados ocorreu no badalado IACC Garden e reuniu casais vindos de todas as cidades da região.

Quem foi curtiu bons momentos, boa gastronomia, a boa música de Tina Turner cover e também do pianista e cantor Rodrigo Soltton. Foi um espetáculo à parte.

Neste post você confere as fotos. Mais cliques você vê através do link: radiorural.com.br/galerias/248-extra-jantar-romantico-veja.

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