7 de julho de 2019

Postagem 2.647
BEDIN V.I.P.

EVERTON BEDIN 


Everton BEDIN

24/05/2019 11:40 - ULBRA CANOAS
Professor desenvolve metodologia que aproxima alunos do estudo de Química

Proposta foi desenvolvida durante o pós-doutorado do docente Everton Bedin



Professor Everton Bedin em sala de aula
Foto: Leonardo Magnus/Ulbra

Desenvolver o estudo de química a partir do interesse e curiosidade dos alunos, aproximando o estudante da área. Foi com esse objetivo que o professor do curso de Química e do Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática (PPGECIM) da Ulbra, Everton BEDIN, criou a proposta metodológica Desenvolvimento Cognitivo Universal-bilateral da Aprendizagem (Dicumba).

A ideia surgiu a partir das observações do docente ao longo de nove anos de experiência como professor da Educação Básica. "A Dicumba teve como motivação as minhas angústias, incertezas e os sentimentos envolvidos na construção de projetos de especialização, mestrado e doutorado que realizei em relação à educação de química em escolas", explica.

A metodologia de ensino vem sendo aplicada desde 2017 na Educação Básica. Os resultados apontam para uma aprovação tanto dos professores quanto dos alunos. De acordo com BEDIN, os dados mostram que a Dicumba vem se caracterizando como uma metodologia para aprimorar os saberes dos estudantes. Além disso, o projeto tem intensificado a necessidade de o professor buscar uma formação continuada e qualificada.

BEDIN espera que os professores, tanto da educação básica quanto do ensino superior, comecem a utilizar essa metodologia em seus ambientes de aprendizagem. "A Dicumba é uma forma de constituir o papel do professor como um facilitador do processo de aprendizagem, instigando o aluno a se compor como responsável pela sua formação", avalia o docente. O projeto foi criado para ser desenvolvido de forma cooperativa-investigativa, fazendo com que os estudantes desenvolvam competências e habilidades com o estudo de química.

De acordo com o docente, essa proposta de ensino pode agregar na formação dos alunos. "A partir do interesse e do fascínio de pesquisa do estudante, o professor precisa direcionar seus saberes de forma útil e conveniente", conta. Trata-se de uma metodologia que valoriza o professor, pois instiga a participação ativa dos alunos nos processos de ensino.

Proposta metodológica foi publicada em revista de renome na área

Ensaio - Pesquisa em Educação em Ciência é uma das revistas de maior renome na área. O projeto, intitulado DICUMBA: Uma proposta metodológica de ensino a partir da pesquisa em sala de aula, foi publicado no volume 21 da revista em abril de 2019. Para Bedin, a publicação na revista pode ajudar na divulgação da proposta. "Mostra aos professores, principalmente da rede pública, que há mais uma metodologia ativa capaz de resgatar o interesse do aluno e despertar no mesmo a curiosidade pelo ensino de química", declara.

Experiência na área de Química 

BEDIN é docente na Universidade Luterana do Brasil há três anos. Enquanto professor de Química, percebeu que a área de Educação Química possibilita diagnosticar as dificuldades de aprendizagem dos estudantes. "A forma de conduzir a aula e a possibilidade de ser desenvolvida com a interação do aluno me motiva a permanecer na área", conta.

Conforme o professor, existem inúmeras pesquisas na área de Educação Química no Brasil e em outros lugares do mundo. "Eu acredito que, apesar de haver diversas pesquisas na área, a Educação Química tem muito a crescer e acrescentar no meio acadêmico", expõe. Para ele, este é um campo científico que valoriza a ação dos sujeitos em todos os âmbitos. "O aluno precisa ser parte integrante do processo de aprendizagem, obtendo conhecimento por meio de algo que, realmente, faz parte de sua vivência", finaliza.

Karoline Milbradt
Estagiária de Jornalismo da Ulbra Canoas

Pesquisa:Internet

6 de julho de 2019

Postagem 2.646
BEDIN V.I.P.

GIOVANNI BEDIN 


Giovanni BEDIN

Uma Semana da Alta Costura de Paris mais italiana que francesa
Por Godfrey Deeny    5 de Julho de 2019
Embora a semana parisiense de alta costura se chame Haute Couture, nesta temporada  poderia chamar-se Alta Moda, de tão dominada que foi por talentos italianos.



Christian Dior - outono-inverno 2019 - Alta Costura - Paris. - © PixelFormula

Como Garibaldi exilado em Paris antes de regressar para estabelecer a independência de Itália, meia dúzia de italianos conquistaram as passarelas da alta costura de Paris, numa semana que será provavelmente considerada vintage. Uma temporada que anunciou o regresso do daywear à alta costura. E, apesar de uma explosão de cores, houve o renascimento do preto. Além disso, também foi exposta artisticamente a arquitetura interior da moda.

Maria Grazia Chiuri para a Christian Dior, Pierpaolo Piccioli para a Valentino e Giorgio Armani para si mesmo realizaram excelentes espectáculos, com grandes ideias que fizeram com que fossem merecidamente aplaudidos de pé pelo público presente.

Maria Grazia Chiuri também foi premiada com a Légion d'Honneur numa sala lotada na sede da Dior, na Avenue Montaigne. A criadora relembrou a sua juventude como uma "jovem curiosa que foi estudar moda em Roma”, que se tornou na feminista de maior destaque na moda. Na era do Me Too, fez crescer os negócios da moda da Dior mais do que todos os seus antecessores homens nos últimos cinquenta anos.

Além disso, a sua coleção para a Dior foi excelente: uma meditação sobre as semelhanças da alta costura com a arquitetura, o que a estilista italiana chamou de "archi-couture", contendo todo tipo de roupas elegantes e austeras, quase todas em preto.

No entanto, o verdadeiro líder do ataque estético do contingente italiano em Paris foi Pierpaolo Piccioli, o antigo companheiro de design de Chiuri na Valentino. O seu historicismo fresco e inclusivo e o seu belo sentido de proporção e volume tornaram o seu mais recente espectáculo para o Valentino um verdadeiro momento da moda.


Valentino —Alta Costura — Paris - © PixelFormula

Merece também destaque o gesto de cavalheirismo de Piccioli que pediu aos funcionários do seu atelier para se juntarem a ele numa longa caminhada pela passarela após o seu desfile, sendo ovacionado de pé por uma plateia que incluiu Gwyneth Paltrow e Céline Dion. Um espetáculo realizado na mansão histórica Salomon de Rothschild num bairro nobre de Paris, onde muitos multibancos não foram reparados depois de terem sido destruídos pelos "coletes amarelos".

Os desfiles dos estilistas em Paris foram repletos de estrelas. Especialmente no caso da Armani Privé, que teve a presença de Nicole Kidman sentada entre os seus dois maridos, o verdadeiro, Keith Urban, e o fictício, Alexander Skarsgard, marido da sua personagem na série da HBO “Big Little Lies”.

Armani misturou ares asiáticos com referências Art Déco, num excelente espetáculo que lembrou ao público que quando se trata de alta costura, Giorgio ainda é o melhor, não importa o lugar. Não é de admirar que tenha sido fortemente aplaudido, fazendo uma reverência como um duque digno de um filme de época de Visconti.

Outro espetáculo italiano foi o de Giambattista Valli, que cativou com uma nova forma de apresentação: uma exposição de cinco horas dentro dos salões históricos do hotel Shangri-La.

Mas, também se viram outros programas de qualidade: do absurdo alto glamour de Jean-Paul Gaultier às fantasias de penas de Clare Waight Keller para a Givenchy. O francês Stéphane Rolland impressionou com as suas formas fluidas, tão inspiradoras que imediatamente encontraram uma nova vida em algumas belas ilustrações do artista inglês David Downton. Enquanto a Ralph & Russo também teve impacto com a sua visão mais deslumbrante de alta costura, organizada com elegância numa interminável passarela branca na embaixada britânica.


Giovanni BEDIN - outono-inverno 2019 - Alta Costura - Paris

Dito isto, a alta costura também tem a ver com inovação, e poucos conseguiram apresentar criações estéticas mais inovadoras do que Giovanni BEDIN. O seus espartilhos geniais e inteligentes distinguem-no como um talento especial.

No entanto, para completar a aventura italiana, a marca fundada pela estilista mais famosa que já nasceu em Itália, Elsa Schiaparelli, apresentou o seu novo diretor criativo. Desta vez, um jovem nascido no Texas, Daniel Roseberry.

Assim que a temporada terminou, dezenas de jornalistas viajaram na manhã de quinta-feira (4) para mais dois dias de alta costura. Mais uma vez, com dois dias de Alta Moda: Dolce & Gabbana no fim de semana, na Sicília; e Fendi, no centro nevrálgico do mundo antigo, o Monte Palatino, no Fórum Romano.


Por Godfrey Deeny
Traduzido por Novello Dariella
Pesquisa:Internet

5 de julho de 2019

Postagem 2.645
BEDIN V.I.P.

PROF.DR. VALCINIR BEDIN


 - Médico pela Universidade de São Paulo - USP
- Mestre e Doutor em Medicina pela UNICAMP
- Prof. convidado da Universidade Vadois - Lausanne-Suiça
- Prof. e Coordenador do Curso de Pós Grad. em Derma. e em Med. Estética da FTESM - FPS - SBME
- Ex-professor da Faculdade de Medicina de Jundiaí
- Presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética
- Presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo
- Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele
- Diretor do CIPE - Centro Integrado de Prevenção do Envelhecimento
- Ex-delegado do Conselho Regional de Medicina de São Paulo



Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele


Cabelos e erotismo
Valcinir BEDIN
colunistas@tecnopress-editora.com.br

Valcinir BEDIN
Sabemos da importância dos cabelos na aparência humana e nas relações interpessoais. Quando se trata de afinidade entre pessoas, os cabelos desempenham um papel essencial na atração sexual entre os humanos. Desde sempre, eles tiveram importância para definir status social, tanto no Egito Antigo, quanto no Império Romano e nas cortes de justiça na Inglaterra.

Os detratores da monarquia na França renascentista diziam que o que se gastava de farinha para polvilhar as perucas da sociedade real da época numa única festa daria para alimentar a população de Paris por um mês!

Quando falamos de cabelos relacionados ao erotismo, precisamos avaliar algumas variáveis. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que as mulheres loiras exercem mais atração nos homens que as ruivas e morenas. Num estudo antropológico de campo, uma modelo com peruca morena, depois ruiva e, por último, loira permaneceu no balcão de um bar de solteiros por algum tempo antes de ser abordada por algum frequentador. A loira esperou apenas 5 minutos, a ruiva, 15, e a morena, quase meia hora!

O mesmo teste foi desenvolvido numa estrada onde a mesma modelo com as três perucas diferentes fingia que seu carro havia quebrado e esperava no acostamento pedindo para que alguém parasse e a ajudasse. Outra vez a loira teve o melhor resultado em relação ao tempo. Ficou apenas 3 minutos até que alguém parasse! A ruiva veio logo após, com 15 minutos, e a morena demorou mais de meia hora para receber ajuda.

O que isso mostra? Uma abordagem simplista poderia nos indicar que os cabelos loiros, que atraíram esses homens da pesquisa, sempre atraíram mais do que os de outras colorações. Historicamente, isso também é comprovado, uma vez que temos relatos de tempos antigos de descolorações de cabelos para que ficassem aloirados, e, no mercado de tinturas, os tons de loiro ainda são os mais vendidos.

Outro atrativo dos cabelos, além da cor, é o odor. Uma das maiores dificuldades de nossos formuladores é fixar as fragrâncias nos fios. Com estruturas queratinizadas e muito expostas ao meio ambiente, esse processo torna-se muito difícil, e qualquer tentativa acaba sendo inútil, uma vez que a volatilidade dos perfumes é muito grande.

Odores podem ser atrativos sexuais quando bem direcionados, mas também podem exercer um papel inverso quando mal empregados.

Os feromônios - aquelas substâncias produzidas pelas glândulas sudoríparas do tipo apócrinas, que despejam o seu produto num folículo piloso antes de sair para o corpo - sempre tiveram um papel importante na atratividade pessoal, tanto que algumas empresas alegam tê-los em seus perfumes justamente com esta intenção. Infelizmente, não há na literatura científica um embasamento que possa sustentar esta afirmação.

Finalmente, os produtos de estilo entram na questão. Hoje em dia, temos a “ditadura” dos lisos, após o advento das escovas progressivas e de seus produtos alisadores, que levaram os cachos e caracóis para o ostracismo.

Produtos que facilitam o penteado, como os leave-on ou leave-in, são procurados para facilitar a penteabilidade e, com isso, alterar a aparência dos cabelos, deixando-os mais atraentes.

Cada tipo de penteado vai identificar uma personalidade diferente, tanto para homens quanto para mulheres.

Cabelos masculinos no estilo militar indicam virilidade e a presença do macho na comunidade, assim como cabelos longos e esvoaçantes vão indicar feminilidade e atratividade nas mulheres.

O importante é que os cabelos, apesar de serem um anexo da epiderme e, portanto, da pele, fazem parte do corpo humano e devem ser tratados como tal.

Pesquisa:Internet

4 de julho de 2019

Postagem 2.644
BEDIN V.I.P.

PROF.DR.VALCINIR BEDIN 

- Médico pela Universidade de São Paulo - USP
- Mestre e Doutor em Medicina pela UNICAMP
- Prof. convidado da Universidade Vadois - Lausanne-Suiça
- Prof. e Coordenador do Curso de Pós Grad. em Derma. e em Med. Estética da FTESM - FPS - SBME
- Ex-professor da Faculdade de Medicina de Jundiaí
- Presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética
- Presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo
- Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele
- Diretor do CIPE - Centro Integrado de Prevenção do Envelhecimento
- Ex-delegado do Conselho Regional de Medicina de São Paulo



Diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele  




Conheça 7 Passos Para Fortalecer As Unhas
Usar base fortalecedora e hidratante nas mãos aumenta a resistência da unha
De Redação  Ultima atualização 2 jul, 2019
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Entre os dramas estéticos que mais incomodam as mulheres estão as temidas unhas fracas. Caracterizadas pelo aspecto quebradiço e poroso, elas ainda podem apresentar problemas, como manchas, ondulações e cor amarelada. Segundo o dermatologista Valcinir BEDIN, presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, algumas das principais causas das unhas fracas são o uso excessivo de removedores de esmalte, uma dieta desequilibrada e o contato direto com produtos de limpeza. A seguir, conheça quais são os sete passos para fortalecer as suas unhas.

Tire férias dos esmaltes

Unhas saudáveis não reagem negativamente ao contato com o esmalte, mas inevitavelmente ressecam pelo uso excessivo de acetona ou de removedores. “A unha fica mais porosa, com aspecto esbranquiçado, porque o produto é extremamente agressivo e penetra nas lâminas, o que favorece a quebra e a descamação”, aponta o dermatologista Valcinir. Por isso, recomenda-se ficar pelo menos um dia da semana sem esmalte ou vários dias, caso as unhas estejam muito maltratadas. Outra dica do especialista é não passar a lixa sobre a lâmina, pois isso tira a proteção natural da unha e agrava o problema.

Equilibre sua alimentação

“As unhas são ricas em proteína e podem ser prejudicadas se o organismo da pessoa estiver em desequilíbrio, o que pode ser causado por uma dieta pobre ou mal elaborada”, explica a dermatologista Roseli Andrade, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Neste caso, a especialista recomenda investir em uma alimentação variada e rica em ferro (vegetais verde escuro, carne vermelha, ovos e soja), vitaminas do complexo B (limão, mamão e pera) e zinco (nozes, ostras e caranguejo).

Ao contrário de óleos ditos milagrosos, como o de cravo, muitas vezes oferecidos por manicures, a base fortalecedora tem sua eficácia cientificamente comprovada, afirma Valcinir. “Ela age diretamente na queratina das unhas, unindo-as e deixando-as mais endurecidas”, esclarece. O melhor de tudo é que ela sai naturalmente com o tempo, então não precisa ser retirada com acetona ou removedores. Além disso, a base fortalecedora pode ser usada embaixo do seu esmalte preferido para proteger as unhas.

Use hidratantes nas mãos

Uma unha desidratada quebra e abre suas lâminas com facilidade. Para combater o problema, nada melhor do que um bom hidratante. “Seu uso promove uma maior maleabilidade das fibras da proteína, impedindo que se rompam com facilidade”, aponta Roseli. A dermatologista aconselha um reforço especial do produto na base das unhas, sobre as cutículas, onde há maior absorção dos nutrientes. Na hora de escolher o hidratante, prefira os que contêm óleos essenciais e ureia.

Use luvas nos serviços domésticos

Produtos de limpeza, como detergente, sabão em pó e quaisquer outros, quando em contato direto com a pele, acabam sendo agressivos às mãos e, principalmente, às unhas. “Até mesmo ficar com as mãos na água por muito tempo é prejudicial, pois deixa as lâminas temporariamente mais moles”, alerta Valcinir BEDIN. Para resolver o problema, basta usar luvas impermeáveis em todos os serviços de casa, desde uma simples louça até a higienização de um banheiro.

Poupe as cutículas

A cutícula é uma pele que protege a base das unhas contra a entrada de fungos e bactérias e, por isso, não deve ser retirada. Entretanto, por fins estéticos, já se tornou rotina eliminá-la toda vez que se vai à manicure. Por isso, a dermatologista Roseli aconselha que ao fazer as unhas, a cliente peça para que nem toda a cutícula seja cortada. “Retire apenas o excesso e verifique se os utensílios foram esterilizados”, diz. Fique atento também à espátula que empurra a cutícula. Ela pode causar traumas nas unhas se não for manuseada com cuidado.

Corte e lixe as unhas

“Quando você corta as unhas elimina a parte mais frágil e sujeita a quebras”, explica Valcinir. Segundo o especialista o corte deve deixar os cantos retos e a unha deve ficar de um tamanho que ao encostar os dedos em uma superfície plana, você sinta apenas a unha entrar em contato com o objeto e não a ponta dos dedos. Já a lixa deixa a lâmina mais uniforme, evitando que enganche e lasque. O procedimento deve ser feito a cada cinco ou sete dias. Com informações do  Minha Vida.

Pesquisa:Internet

3 de julho de 2019

Postagem 2.643
BEDIN V.I.P.

GIOVANNI  BEDIN  


Giovanni BEDIN 
Giovanni Bedin Couture Outono de 2019

Para o seu primeiro desfile de moda, as silhuetas do estilista italiano flertaram com a ideia de bondage em uma série de minidresses fofos que revelaram muita pele. 

Por Fleur Burlet  em 2 de julho de 2019









O designer italiano Giovanni BEDIN continua a pressionar os limites da denominação de alta costura. Seu primeiro desfile desde que fundou sua gravadora em 2017 flertou com a ideia de bondage em uma série de minidresses fofos que revelaram muita pele.

"Eu queria me concentrar em formas e recortes em vez de cores", disse BEDIN, cujos looks foram entregues em uma paleta restrita de preto, branco, rosa claro e azul bebê, e usados ​​com botas de camurça. "A cor distrai a atenção, por isso prefiro trabalhar com uma paleta mais neutra para que você possa ver melhor os detalhes".

Os minivestidos sem mangas exibiam ombros entrelaçados e gaiolas, enquanto as aberturas frontais nos vestidos de jérsei longos mostravam lampejos de pele nas áreas das costelas e do diafragma. Alguns vestidos de espartilho foram quebrados, tornando-se um conjunto legal de basco, sutiã e saia, enquanto outros foram unidos por tiras de jersey serpenteando ao longo do corpo.

BEDIN continuou a trabalhar em torno de broderie anglaise, adicionando uma versão de renda chantilly às suas silhuetas usuais de algodão de popeline e brincando com transparência: um vestido de renda branca discreto era realmente bastante transparente, revelando a silhueta feminina por baixo. Os looks mais ousados ​​eram aqueles com estampas florais delicadas em uma camisa rígida: um top e uma minissaia cor-de-rosa floridos, com detalhes basicos de tom sobre tom e uma frente de renda, eram docemente subversivos.

Tradução:Google
Pesquisa:Internet

2 de julho de 2019

Postagem, 2.642
BEDIN V.I.P.

GIORGIA BEDIN 


Giorgia BEDIN 

GIORGIA BEDIN NOVA PREFEITA: «PRONTA PARA ESCUTAR A TODOS»
Segunda 10 de junho de 2019

Concretismo, bom senso, eu ouço estas são as características da nova administração de Monselice, listada pelo neoproduto Giorgia BEDIN 41 anos triunfou claramente contra o desafiante Gianni Mamprin. Ambos ex-conselheiros do conselheiro cessante de Francesco Lunghi. Giorgia BEDIN apoiada pela Liga impôs ao seu rival a obtenção de 58% dos votos. Giorgia BEDIN tem idéias claras, imediatamente para trabalhar também para formar sua equipe, então ela diz que está pronta para um diálogo construtivo com a oposição.


Tradutor:Google
Pesquisa:Internet

1 de julho de 2019


Postagem 2.641
BEDIN V.I.P.

ALESSANDRA BEDIN 


Dra.Alessandra  BEDIN 

Dificuldade para engravidar pode ter relação com autocobrança: veja mais 2 erros
Jessica Krieger picture  
JESSICA KRIEGER
27 DE JUNHO DE 2019



Na ansiedade de fazer tudo certo para conseguir engravidar logo, muitas mulheres acabam caindo em algumas armadilhas. São erros bastante comuns, às vezes confundidos com boas práticas.

Mas como saber se a futura mãe está jogando contra ou a favor do seu próprio corpo ao tentar engravidar? O segredo é deixar a natureza fazer a sua parte: tentar apressá-la só vai atrapalhar. É por isso que os erros a seguir costumam ser tão repetidos.

Erros ao tentar engravidar


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1. Negligenciar a própria saúde
A primeira coisa que se faz ao decidir engravidar é ir ao ginecologista para saber se está tudo certo. Acontece que a saúde da mulher não se resume ao aparelho reprodutivo. De tanto se preocupar com a fertilidade, às vezes nos esquecemos do resto do corpo.


Problemas na tireoide, estresse, cigarro, e sobrepeso estão entre os fatores que podem adiar a gravidez. Existe um estudo apresentado pela Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica e Metabólica comprovando que a redução de peso está relacionada ao aumento da fertilidade feminina



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2. Fazer sexo sob pressão e se cobrar demais
Se está difícil engravidar, que não seja por falta de tentativa: quanto mais você se divertir com o parceiro, maiores serão suas chances. O problema é fazer sexo sem se divertir, apenas pela obrigação de tentar fazer um filho. O desgaste emocional gerado pela autocobrança do casal só atrapalha - tanto a fertilidade quanto a relação.

Segundo a ginecologista Alessandra BEDIN, o excesso de ansiedade pode atrapalhar o funcionamento do ovário e também afeta a libido e a produção de espermatozoides do homem.

3. Transar apenas no dia da ovulação
Marcar hora para fazer sexo de acordo com a data da ovulação pode parecer uma ideia certeira para engravidar logo. Mas, na verdade, quem faz isso está diminuindo suas chances. Como o espermatozoide pode viver por até sete dias dentro do corpo da mulher, transar antes da ovulação é melhor do que ficar adiando para o dia D.

Pesquisa:Internet